muitas sirenes, sangue na pista, ambulâncias, desespero, olhares curiosos (e aliviados por nõa fazerem parte daquela estatística), e areia, muita areia. estancando os registros, limpando a estrada, tentando fechar as feridas, apagando as tragéidas do caminho alheio. mas dá uma dor, como td é passageiro (piegas, sim, mas assim sinto). quantas forminguinhas alheias a td. enclausuradas no questionamento eterno. um eterno findável que nos aniquila diariamente.+++
a ansiedade consome! penso a todo instante na minha viagem rumo a toronto. me pego a isso como se fosse a solução de todos os meus pequenos e grandes problemas e questionamentos cotidianos. é como se viajar pudesse me trazer de volta ou permitir que eu me encontre. acho que será uma experiência única. a lora já programou um montão de coisa! não vejo a hora!!!
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mas, antes disso... a tal da monografia! escrevi 40 páginas das 70 necessárias até sexta (mas sei que dessas 40 restarão umas 10, de tão prolixas e desnecessárias que estão!). mas escrevi... o que importa é colocar a mão na massa!
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neste findi, depois de japa regado a saquê com a jubis e as meninas maravilhosas, matrix (apagado total!), mc donalds no café da manhã de sábado, muito mal-estar durante o dia, virada cultural à noite (supimpa de td!!!). vou te falar que não pegamos nenhum dos três tumultos falados e do único registrado. td foi muito bacana! a companhia, as pessoas, as caminhadas, lanche no estadão, o centro à noite, de madrugada, super seguro, com um povo mega eclético, com várias coisas acontecendo. foi uma experiência para a vida toda. gostaria de ter registrado com fotos, já que minha memória não me permitirá uma lembrança muito fidedigna daqui a alguma tempo. mas não seria apropriado carregar uma digital por lá... mas valeu por td. só que não aguentei segurar até os punks, que penaaaaaaaaaaa. queria mto ter visto cólera, garotos e ratos, mas não aguentamos! te imaginei lá, mas não sei se vc curtiria. muitos fizeram falta, vc, vc e vc!
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