A primeira viagem que vou registrar é a mais recente. Fica mais fácil de listar os passos dados! Nessa virada de ano, 2011/2012, resolvi mudar de rumo: fugi das praias paradisíacas (e, em geral, lotadas) para o sertão baiano! Destino: Chapada Diamantina.
A decisão foi do nada, já no início de dezembro! Minha idéia inicial era o Peru. Mas não tinha ninguém que topava encarar a virada de ano em Cusco comigo. Aí, pensei cá com meus botões: encarar viajar sozinha, ok. Encarar passar a virada de ano sem alguém que já seja um serzinho importante pra mim há algum tempo, não to afim. Eis que conversa vai, conversa vem, propus pra Bru, amigona: já que não rola Peru, o que me diz da Chapada? Ela topou na hora. Fernando, que trabalha comigo, também entrou nos planos.
Primeiro passo: definir período de ida e volta e comprar as passagens! Fomos no dia 25 de dezembro de 2011 e voltamos na madrugada de 02 de janeiro de 2012. Pois é, tirando os dias em trânsito, foram só seis dias pra curtir a Chapada! Muitos disseram que é pouco. É vero, é pouco tempo. Mas devido aos recessos em comum, foi o que conseguimos organizar. Aí, nas primeiras semanas de dezembro decidimos o roteiro e, ao menos, os principais pontos que queríamos ir. Eu queria ir pra Rio de Contas, começar por lá devido à famíli ade meu padrasto, depois ir pra Mucugê e, depois, pra Lençois e/ou Vale do Capão. Devido ao pouco tempo, não rolou começarmos por Rio de Contas e cortamos esse trecho.
A decisão foi do nada, já no início de dezembro! Minha idéia inicial era o Peru. Mas não tinha ninguém que topava encarar a virada de ano em Cusco comigo. Aí, pensei cá com meus botões: encarar viajar sozinha, ok. Encarar passar a virada de ano sem alguém que já seja um serzinho importante pra mim há algum tempo, não to afim. Eis que conversa vai, conversa vem, propus pra Bru, amigona: já que não rola Peru, o que me diz da Chapada? Ela topou na hora. Fernando, que trabalha comigo, também entrou nos planos.
Primeiro passo: definir período de ida e volta e comprar as passagens! Fomos no dia 25 de dezembro de 2011 e voltamos na madrugada de 02 de janeiro de 2012. Pois é, tirando os dias em trânsito, foram só seis dias pra curtir a Chapada! Muitos disseram que é pouco. É vero, é pouco tempo. Mas devido aos recessos em comum, foi o que conseguimos organizar. Aí, nas primeiras semanas de dezembro decidimos o roteiro e, ao menos, os principais pontos que queríamos ir. Eu queria ir pra Rio de Contas, começar por lá devido à famíli ade meu padrasto, depois ir pra Mucugê e, depois, pra Lençois e/ou Vale do Capão. Devido ao pouco tempo, não rolou começarmos por Rio de Contas e cortamos esse trecho.
Ficamos três dias em Mucugê, três dias em Lençois. Ah, uma semaninha antes do nosso embarque, uma amiga da Bru topou ir conosco. Em quatro pessoas ficou ainda mais bacana pra organizar os quartos, o aluguel do carro, o roteiro de cada dia. Divertidíssimo!
Fizemos assim (os valores indicados são uma média; podem diferir; caso você tenha correções/sugestões, fique a vontade para comentar a respeito!):
1º dia – 25 de dezembro: São Paulo – Salvador (cada qual no seu avião)
Pernoite em Salvador, diária R$ 55,00/pessoa com café da manhã
Eu e Bru fomos no mesmo vôo! Ah, as milhas! Nada como deixar pra última hora e querer utilizá-las! Sim, mais de 10hs entre SP e Salvador, uma jornada daquelas: saímos de Viracopos, Campinas, às 10h55 da matina; chegamos em Brasília; almoçamos por lá; fizemos uma conexão; escala em Fortaleza; e, finalmente, às 19h, chegamos em Salvador!
Chegando em Salvador encontramos o Fer. Ele tinha desembarcado 6h antes. Já tinha alugado o carro e ido até a praia do Forte conhecer as tataruguinhas do Projeto Tamar. Aguardamos mais um pouco e por volta das 20hs a Emi chegou. Comemos deliciosos acarajés no aeroporto e partirmos pra conhecer um pouquinho de Salvador (eu era a única que não tinha pisado por lá ainda!).
Passeamos de carro pelo centro histórico. Fomos ao farol da barra e jantamos no Mercado do Peixe. Infelizmente não conseguimos ver a Tau, uma das idéias pra essa primeira noite. Ela estava por lá, curtindo as festas com a família. Enfim, depois reapresento a Tau.
Aí, dormimos pra encarar a estrada logo cedo.
2º dia – 26 de dezembro: Salvador – Mucugê (461 km)
Três diárias em Mucugê na Pousada Alto da Pedra, diária R$ 35,00/pessoa com café da manhã
Chegando em Salvador encontramos o Fer. Ele tinha desembarcado 6h antes. Já tinha alugado o carro e ido até a praia do Forte conhecer as tataruguinhas do Projeto Tamar. Aguardamos mais um pouco e por volta das 20hs a Emi chegou. Comemos deliciosos acarajés no aeroporto e partirmos pra conhecer um pouquinho de Salvador (eu era a única que não tinha pisado por lá ainda!).
Passeamos de carro pelo centro histórico. Fomos ao farol da barra e jantamos no Mercado do Peixe. Infelizmente não conseguimos ver a Tau, uma das idéias pra essa primeira noite. Ela estava por lá, curtindo as festas com a família. Enfim, depois reapresento a Tau.
Aí, dormimos pra encarar a estrada logo cedo.
2º dia – 26 de dezembro: Salvador – Mucugê (461 km)
Três diárias em Mucugê na Pousada Alto da Pedra, diária R$ 35,00/pessoa com café da manhã
Até Iaçu foram mais 46 km de via asfaltada, um tapete! De Iaçu até Mucugê foram 137 km de terrão batido – muito bom pra dirigir! – mais 28 km de asfalto. Peguei esse último trecho e me diverti a valer!
No caminho de Iaçu pra Mucugê nos deparamos com a entrada para uma das atrações que queríamos ver sem falta, o Poço Encantado.
Foram R$ 20,00/pessoa para entrar no poço. Acompanhados de um guia, descemos os diversos degraus de capacete e tudo e nos deparamos com aquela beleza única, maravilhosa e surpreendente! É divino!
Depois da nossa primeira imersão na Chapada, seguimos para Mucugê. Ao chegar por lá, encontramos nossa deliciosa pousada “Alto da Pedra”. As pedras compõem os quartos, os banheiros. Um cantinho aconchegante, justo, com um ótimo atendimento e café da manhã delicioso e propício pra encarar os dias de caminhadas e sol.
Ah, nesse dia jantamos no restaurante Sabor & Arte. A única coisa a resmungar sobre Mucugê: falta opção para comer após às 21hs e acabamos por ir lá duas noites seguidas. Os pratos a La carte são um pouco mais salgados no preço e tem a opção de comer por kilo também!
Importante: Mucugê está em altitude mais elevada e é bem fresca à noite, mesmo agora no alto verão. Eu simplesmente amei aquele canto – não suporto calor. Mas pros desavisados pode ser um incoveniente. Logo, prepare um casaquinho fininho pras noites frescas dessa simpática e pequerrucha cidade.
3º dia – 27 de dezembro: Mucugê
Ida até Ibicoara. Lá, no centro de guias da cidade, fechamos o passeio até a Cachoeira do Buracão com o guia Tico (R$ 20,00/pessoa). A beleza da estrada contagia; a singularidade da natureza da trilha deslumbra: cheia de cânions, flora totalmente diferente do que eu já vi, riachos, simplesmente demais; a chegada ao Buracão é emocionante: não tem palavras.
O Tico é uma pessoa ímpar (tá aí na foto, ó!): dedicado, esclarecido, crítico, com uma visão maravilhosa do Brasil e, principalmente, de Mucugê, claro! Estar com ele nesse passeio elevou nossa felicidade ainda mais.
Ah, eu não nado. Então, enquanto o povo curtiu a Cachoeira do Buracão de todo jeito, eu só babei na beleza, me encantei com sua magnitude e relaxei ao som de suas quedas. Maravilhoso.
4º dia – 28 de dezembro: Mucugê
De lá, seguimos pela estrada mais poucos km e chegamos à primeira atração do Projeto Sempre Viva, o Museu Vivo do Garimpo. O guia local nos recepcionou maravilhosamente bem. A entrada foi de R$ 5,00/pessoa. Assim como o Tico, ele era nascido na Chapada. Filho e neto de garimpeiro. Uma pessoa singular, também extremamente esclarecida e de fundamental importância pra entendermos o que estávamos visitando. O museu é pequeno e necessário! Foi lá que compreendemos uma série de questões relacionadas à Chapada Diamantina. Seus períodos de exploração. As fases. Os materiais extraídos. Os exploradores e explorados. Por aí vai. Vale muito a pena. Além disso, o museu é todo feito das pedras do próprio garimpo. Um local bem bacana.
Rumamos, então, para outra atração do Projeto Sempre Viva: a trilha da cachoeiras - na qual me deparei com esse calanguinho aí! - dentro do Parque Municipal, e paramos na Cachoeira do Tiburcino. Lá ficamos um bom tempo. Conhecemos várias pessoas e curtimos aquele cantinho delicioso. Dentre essas pessoas, estavam Marcelo e Junior. Duas pessoas divertidíssimos e super peculiares! Curtimos a tarde toda com eles. Depois, almoçamos um PF no bar da praça e, no final da tarde, continuamos a saga com eles.
Ah, eu estava com uma ferida infeccionada na panturrilha e o Marcelo tinha a solução: babosa, a aloe vera. Aí, nos convidou para conhecer a fazenda em que mora com os pais. Lá fomos nós. Alguns km de estrada sentido Guiné e chegamos à fazenda. Conhecemos os pais do Marcelo. Um casal super bacana. O Seu Domingos, o pai, nos apresentou a fazenda todinha. Passeamos pelas diferentes plantações, dentre elas a de café. Um pequeno brejo. Fomos castigados pelos insetos. Acompanhados por três deliciosos e enormes cães.
Conhecemos as abelhas, nos deliciamos com seu mel. Nisso, Junior vendo TV com mais um colega e a mãe do Marcelo conversando com as atrações televisivas. Depois da caminhada pela fazenda, regada a muito papo sensacional, higienizamos a ferida e passamos a babosa. A apelidamos de babinha e ela nos acompanhou até o final da viagem. A Bru foi fazendo dia a dia a limpeza e melecação da minha infecção. Ah, na sala está a cama do Marcelo. Que é erguida no teto. Muita conversa, muita diversão e a certeza de termos feito mais amigos nessa inesquecível viagem.
Essa visita fechou com chave de ouro nossa estada em Mucugê. Foi nossa última noite por lá e na manhã seguinte partimos rumo a Lençois.
5º dia – 29 de dezembro: Mucugê – Lençois (BA 142 e BA 242 – 128 km)
Três diárias em Lençois no albergue da Pousada dos Duendes, diária R$ 40,00/pessoa com café da manhã (quarto sem banheiro)
As ruínas são em decorrência dessa redução de habitantes e, também, porque parte do solo das casas também foi explorada pelo garimpo. A cena é deslumbrante e única. Hoje, a cidade vive basicamente do turismo.
A Val, por exemplo, além de ser filha e neta de garimpeiros, optou por trabalhar por trinta dias num garimpo para poder se apropriar ainda mais dos processos e histórias que apresenta e esclarece no museu. Uma maravilha de pessoa!
De Igatu seguimos ao Poço Azul (R$ 15,00/pessoa).
Paulistano que foi aos 19 anos pra Chapada acompanhando os pais e hoje, passados 10 anos, continua por lá, sempre atuando no Poço Azul. Um ser singular, de uma conversa sensacional. A primeira pessoa que compactua comigo: a natureza seria perfeita se não fosse o ser humano, rs! Esclareceu diversos pontos referentes às singularidades do Poço Azul. Contou da ossada da preguiça gigante; dos grupos que podem fazer mergulhos pelas galerias – esse poço é uma gruta e tem vários cantos para mergulhar, desde que com autorização do IBAMA. Enfim, uma experiência única!
Ah, almoçamos no próprio restaurante do Poço Azul. A primeira refeição extremamente digna que tivemos nessa viagem. São R$ 15,00/pessoa e come a vontade. O suco é em jarra. A comida é caseira. Feijão sem bacon, arroz fresquinho, mamão verde refogado, banana refogada e palma refogada (uma espécie de cacto da região, muito comum nos pratos de lá!). Simplesmente divino!
Bem, do Poço Azul íamos para Lençóis. Íamos, porque fomos bem mais tarde do que pretendíamos! Ao sair do Poço Azul o Fer se deu conta de que tinha perdido os óculos! E sabia adonde: nas ruínas de Igatu! Bora voltar lá pra buscar os óculos que estavam no cantinho que ela sabia que estariam. Óculos resgatados, quando descíamos a estrada de pedras novamente... eis que nosso pneu estourou. Sim, ele não furou, estourou por conta de um buraco imenso na estrada! E me diz quem consiguia desparafusar a roda? Nenhum de nós conseguiu. Nenhuma das pessoas que paramos pra pedir ajudar conseguiu. Estava começando a escurecer e decidimos: vamos esvaziar o carro, tirar todas as malas e as meninas ficam na estrada e o Fer vai procurar um borracheiro. Estávamos já bem próximos do asfalto, ou seja, a poucos km de Andaraí. Seria fácil conseguir ajuda. Aí, ficamos eu, Bru e Emi com todas as malas, no cantinho da estrada, à noite, com as lanternas acesas, o ipod rolando um reggae e a Bru fez uso, pela primeira vez, de seu chapéu de duende (ah, no caminho de ida pra Mucugê, paramos numa barraquinha de estrada e a Bru adquiriu um singelo e pequerrucho chapéu!). É, foi divertido! Pena que o céu estava nublado e não pudemos presenciar os tão falados OVNIs que visitam os céus da região. Bem, deixa pra próxima! Continuando... o Fer, na empreitada de achar um borracheiro (que é tão raro quanto os ETs), parou, antes, num restaurante na beira da estrada e pediu pro dono e seu amigo irem nos resgatar nas pedras! No fim, sempre tudo dá certo!
Estepe colocado. Moças resgatadas da penumbra. Agradecimentos dados a quem nos resgatou e amparou. Continuamos nossa saga rumo a Lençóis. Quando lá chegamos na Pousada dos Duendes, quem disse que a recepção funcionaria depois das 23h? Não tinha ninguém pra nos atender além dos demais hóspedes! Fizemos amizade com um casal, o rapaz italiano, ela baiana. Fizemos amizade com um senhor que viajava sozinho e, também, com nosso ilustre Diego. Esse último serzinho marcou nossa viagem! Virou amigo de infância! Pessoa de um coração maravilhoso. Voltando aos duendes... estávamos sujos, cansados, com fome, sem quarto. Todos esses amigos de última hora do dia nos ofereceram seus quartos, banheiros e comes. Buscamos pelos responsáveis da pousada por todas as imediações. Todos falavam que, embora a recepção feche às 22hs, sempre fica um mocinho durante a noite. E nada de encontrarmos o mocinho. Bem, 40min depois, eis que aparece o Abilio! Uma pessoa simplesmente do bem! Chegou pra nos fazer sorrir e descomplicar. Ele não estava na pousada, pois havia ido buscar a nossa trupe na rodoviária da cidade. Isso mesmo: eles tinham entendido que chegaríamos de ônibus, não de carro. No fim, tudo deu certo, de novo, e nos aconchegamos em nosso quarto e ansiosos pelo café da manhã.
6º dia – 30 de dezembro: Lençóis
Era o que eu mais ansiava, confesso! E foi muito mais do que eu imaginava! Todos nós ficamos pasmos com a magnitude da gruta. E ela é muito maior do que o que podemos visitar!
Cheia de estalactites, estalagmites, areia, pedras, formações. Tudo que demora anos e mais anos pra se formar. Nos faz notar ainda mais o quão insignificante é a nossa existência e o quão perigosos somos pra isso tudo. Em determinado momento do passeio por dentro da gruta, o guia apaga as lanternas e nos propõe ficar em silêncio naquela imensidão escura por alguns minutos. Foi a sensação mais impressionante da viagem toda.
O almoço foi no restaurante da Lapa Doce (R$ 15,00/pessoa – a vontade). E, além da palma refogada, tinha lasanha de berinjela!
À noitinha, jantamos um PF na praça de Lençóis e passemos pelas ruas dessa deliciosa cidadezinha (bem mais movimentada e quente que Mucugê!).
7º dia – 31 de dezembro: Lençóis
Esse dia era do nosso grande desafio: a trilha para a Cachoeira da Fumaça! O mais impressionante é que foi o primeiro dia nublado de toda a viagem! Minha perna não melhorava e eu estava aflita em estragar o passeio ou não poder fazê-lo. Nosso amigo Abílio emanou todas as energias possíveis para que o dia não fosse de sol intenso! E deu super certo! No centro dos guia de Lençóis fechamos nosso dia com o Leandro (R$ 20,00/pessoa). Rumamos em uma das belíssimas estradas da região à base de saída para a trilha da Cachoeira da Fumaça por cima (por cima é o que dá pra fazer em um dia; pra prestigiar sua queda por baixo, é necessário encarar uma trilha de três dias. Essa trip e o Vale do Paty são nossos desafios para uma próxima ida à Chapada!).
Na volta, uma parada
em outro mirante pra vê-la de lado. Só indo pra saber a sensação!
Trilha de volta e parada pra comer pastel de palmito de palma, caldo de cana e água de coco!
De lá rumamos pro Vale do Capão. Passemos pelas ruinhas. Fizemos compras fofas. Almoçamos um delicioso PF. Visitamos o local em que fica o circo. Depois de algumas horinhas, saímos desse cantinho privilegiado rumo a Lençois.
Tomamos nosso banho e fomos comer algo nas barraquinhas da cidade já de vento em popa pra virada que se aproximava! Experimentamos vários comes e bebes, nos aquecemos pro nosso novo ano! Tinha uma bandinha deliciosa tocando e cerimônias lindíssimas! À meia-noite nossa caipirinha não estava pronta, mas os fogos começaram a estourar e a iluminar o céu. O dó ficou por conta de um desesperado cavalo que corria pelas ruas assustado pelo barulho. Os fogos podiam ser sem barulho, só de luz, seriam tão mais bacanas!
A sessão durou muitos e muitos minutos. Em meio a tudo isso, encontramos o Sr. Prefeito. Seu Domingos, pai de Marcelo, havia dito: se encontrarem o perfeito por lá, mandem um abraço pro Marcão, o prefeito. E assim fizemos!
Depois de curtirmos a banda da cidade, fomos ao restaurante Salton. Outra bandinha, agora mais voltada à MPB e POP Rock. Um lugar despretensioso e delicioso. Lá eu e Bru ficamos até umas 5h.
Por lá, encontramos nossos três amigos lá do Poço Azul, tão queridos que nos acompanharam a noite toda, o Di estava conosco, claro! O Abilio e o pessoal da pousada também estavam por lá. Fizemos tantos outros conhecidos e curtimos aquela festa entre amigos. Foi muito bom. Uma energia ótima pra começar o ano com o pé direito!
8º dia - 01 de janeiro de 2012: Lençois – Salvador
Jantar no estupendo e delicioso Caranguejo de Sergipe, na Barra, super recomendo! (R$ 25,00/pessoa – a la carte)
Na madrugada: retorno a SP (cada qual no seu avião – a amiga da Bru ainda seguiu viagem às praias do sul da Bahia com destino a Caraiva)
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Pra quem quer só o roteiro básico:
1º dia – 25 de dezembro: São Paulo – Salvador (avião)
Aluguel do carro
Passeio de carro pelas ruas do centro histórico de Salvador
Jantar no mercado do peixe (R$ 30,00/pessoa – a la carte)
Pernoite em Salvador, diária R$ 55,00/pessoa com café da manhã
2º dia – 26 de dezembro: Salvador – Mucugê (461 km)
Tres diárias em Mucugê na Pousada Alto da Pedra, diária R$ 35,00/pessoa com café da manhã
BA 324 até Feira de Santana (115 km)
BR 116 até a saída para Iaçu, um pouco antes de Milagres (135 km)
Até Iaçu (46 km)
De Iaçu até Mucugê (137 km de terrão batido –mais 28 km de asfalto)
Poço Encantado – Guia no local (R$20,00/pessoa)
3º dia – 27 de dezembro: Mucugê
Ida até Ibicoara. No centro de guias da cidade, fechamos o passeio com o guia Tico (R$ 20,00/pessoa)
Ida até a Cachoeira do Buracão
Jantar no Sabor & Arte (R$ 35,00/pessoa – a la carte)
4º dia – 28 de dezembro: Mucugê
Cemitério Bizantino – sem guia
Projeto Sempre Viva – Museu do Garimpo – guia do museu
Projeto Sempre Viva – Cachoeira do Tiburcino
Jantar no Sabor & Arte (R$35,00/pessoa – a la carte)
5º dia – 29 de dezembro: Mucugê – Lençois (128 km)
BA 142 e BA 242 – 128 km
Ruinas de Igatu
Museu do Garimpeiro (R$2,00/pessoa)
Poço Azul (R$ 15,00/pessoa) - Guia local Israel
Almoço no Poço Azul (R$ 15,00/pessoa – a vontade)
Três diárias em Lençois no albergue da Pousada dos Duendes, diária R$ 40,00/pessoa com café da manhã (quarto sem banheiro)
6º dia – 30 de dezembro: Lençois
Gruta da Lapa Doce – Guia Local (R$ 15,00/pessoa)
Almoço na Lapa Doce (R$ 15,00/pessoa – a vontade)
Morro do Pai Inácio
Jantar na praça (R$ 25,00/pessoa – a la carte)
7º dia - 31 de dezembro: Lençois
No centro de guia da cidade, fechamos nosso dia com o Leandro (R$ 20,00/pessoa)
Cachoeira da Fumaça
Vale do Capão
Almoço na pizzaria do Vale do Capão (R$ 10,00/pessoa – PF)
8º dia – 01 de janeiro de 2012: Lençois – Salvador
Jantar no Caranguejo de Sergipe – Barra (R$ 25,00/pessoa – a la carte)
Na madrugada: retorno a São Paulo (avião)
3 comentários:
Dá uma vontade de conhecer todos esses lugares e todas essas pessoas.
Camis, vamos conhecer Bonito e tantas outras pessoas especiais tbm! =D
Interessante! Vou pesquisar um pouco estas cavernas, quem sabe um mergulhinho numa delas...
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